rapa de angu é um bom tira gosto - foto da Leticia Caetano
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Mas é carnaval....
Mas é
carnaval, adivinha mas quem é você...
Pois é, BH brilhou. Ruas, praças,
avenidas, cores, bateria, sorrisos, paêtes, máscaras, fantasias. E lá
estava o MX, Antônia, Beth e uma super galera desfrutando de toda a
alegria do carnaval no bloco das baianas que se despediu na Praça da
Estação. Mil? não, mais de 10 mil pessoas suando, beijando, amando.
Emoção e samba no pé. A descontração da turma
da Praia na Praça Raul Soares lembrou novamente a velha canção do Cae que por aqui já estava esquecida: a praça é do povo, pode crer!
Na Savassi, a banda do Chico Amaral tocando modinhas antigas foi o
máximo, ninguém queria parar e, com isto, o som foi noite a dentro -
sax, pandeiro, sax, sax.tambor, tudo de bom. Mas quem foi o folião maior
deste carnaval foi o Pedro Ferreira, morador do bairro Santa Tereza.
Acompanhou a maioria dos blocos, não deixou o sorriso escapar hora
nenhuma. Benza Deus. Que bom tanta alegria!
Para os jornalistas
No dia 9 de março, das 8h30 às 12h30, o Sindicato dos Jornalistas
Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) vai promover Oficina “Escrever
para as Novas Mídias” com Dad Squarisi, jornalista e escritora, que
escreve a coluna “Dicas de Português”, publicada em 15 jornais do país.
As inscrições estão abertas até 5 de março, na sede do Sindicato (Avenida Àlvares Cabral, 400, Centro, Belo Horizonte) e podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30. O valor da inscrição (R$ 130, para jornalista associado em dia e estudantes de jornalismo, e R$ 180, para não associados) inclui a nova obra da convidada “Manual de Redação e Estilo para Mídias Convergentes”. O SJPMG concede desconto de 10 % para pagamento à vista em cheque, dinheiro ou depósito bancário e oferece a opção de duas parcelas sem juros no cartão.
As inscrições estão abertas até 5 de março, na sede do Sindicato (Avenida Àlvares Cabral, 400, Centro, Belo Horizonte) e podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30. O valor da inscrição (R$ 130, para jornalista associado em dia e estudantes de jornalismo, e R$ 180, para não associados) inclui a nova obra da convidada “Manual de Redação e Estilo para Mídias Convergentes”. O SJPMG concede desconto de 10 % para pagamento à vista em cheque, dinheiro ou depósito bancário e oferece a opção de duas parcelas sem juros no cartão.
"Tô de olho em BH" - foto: Rubens Simões
Tô de olho na falta de política para a preservação da história de BH. Janelas, portas, portões e varandas de uma época em que a cidade respirava saúde, verde, arte. Mais uma casa que será substituída por um espigão que vai isolar o vento, o ar, o verde, o sol, a lua. Mais um espigão que vai piorar a cidade do bairro da cidade, do trânsito. Para a prefeitura, mais IPTU. Para os moradores e turistas que chegam a cidade é menos história, memória.Será que este dinheiro vale a pena? Tô de olho na falta de ônibus na cidade antes e depois do carnaval. Da falta de aviso na troca dos poucos pontos de ônibus na cidade que funcionava,. Se tem uma lei seca, por que não investir mais em transporte coletivo? Quem quis deixar o carro na garagem e usar o transporte coletivo, se deu mal. Sem táxi, os ônibus demoravam mais de uma hora para passar nos pontos. Alô Bhtrans, cadê você? Vamos combinar que no próximo ano isto será resolvido? tenho sugestões: ônibus coloridos trafegando pelas avenidas e ruas principais, principalmente no bairro Santa Tereza, onde aconteceu maior concentração de foliões, passagem mais barata e muita alegria. Combinado?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Carnaval no sábado com banda do Chiquinho Amaral
É isto aí gente, em quase todos os bairros da cidade estão surgindo bloquinhos que é uma alegria só. Bandinhas, orquestras com músicas das antigas: " ei você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...
Alegria, sorrisos, cores e muita folia no pé...
Alegria, sorrisos, cores e muita folia no pé...
Governo Dilma diminuí número de minseráveis no Brasil
Nunca o governo investiu tanto no social como no governo Dilma. Quase a metade da aplicação do dinheiro público é para diminuir a lista da miséria e , com o extra da Ação Brasil Carinhoso, R$2, mais de 13 mil famílias deixaram a lista da miséria. Este extra, pago a cada filho de uma família, representa nos últimos sete meses, menos de 16 milhões de miseráveis.
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