Sufocada pela construção, arames, poeira, a casa pede socorro. Localizada na Savassi, aos poucos ela vem sendo devorada pela ganância. Sua história vai se perdendo aos poucos com as outras casas da cidade. As pessoas passam, encostam em seu muro mas não percebem quantas histórias estão ali dentro, entre muros.
rapa de angu é um bom tira gosto - foto da Leticia Caetano
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
BH sem memória
Sufocada pela construção, arames, poeira, a casa pede socorro. Localizada na Savassi, aos poucos ela vem sendo devorada pela ganância. Sua história vai se perdendo aos poucos com as outras casas da cidade. As pessoas passam, encostam em seu muro mas não percebem quantas histórias estão ali dentro, entre muros.
Me encontro entre os rios e montanhas de Minas e...
São momentos tão especiais que é impossível não lembrá-los sempre. O silencio às vezes cortado pelo eco do pássaro que voa buscando nova árvore, o eco que sai das montanhas, das pedras. Para chegar ali passa-se por uma estrada de terra vermelha, pela mamãe vaca, pelas flores diferentes das montanhas. Pela mata fechada de onde um espinho do mato arranha a pele, nascentes que se espalham nas descidas e curvas da estrada. Frutas vão surgindo pelo caminho: olha a goiaba, a amora. Na pausa, uma água fresca e fria de nascente. Apressem, já vai começar o por do sol, o último suspiro do dia para a noite chegar...
Tô de olho em BH
Tô de olho nas novas mudanças que o prefeito Marcio Lacerda está querendo fazer na cidade. Tô de olho em tudo que foi construído para qualidade de vida na cidade e dos cidadãos e que ele quer desconstruir. Tô de olho nas mudanças que ele quer fazer nos bairros Lagoinha, Santa Tereza e Lourdes. Tô de olho nos seus sócios construtores que, ávidos para construir, não respeitam as leis que os moradores conquistaram nos últimos anos. Tô de olho nas mudanças que ele quer implantar por toda a cidade colocando em risco o pouco que existe da memória da cidade. Tô de olho no jornal do Onibus que depois de seis meses, apareceu de novo totalmente diferente do primeiro. Agora, ele só vai informar sobre o BHbus. E as outras informações Prefeito, que eram tão importantes para a população? vai ter outro jornal? Afinal, o jornal tinha uma história com a população. Tô de olho em BH...
Marcio e Sergio lançam livro
Os autores Marcio e Sérgio arrasaram. Também, a dupla é boa demais. São histórias, sonhos, mudanças, esperanças. Lutas diferentes para um mesmo fim. Olhares pelo país, triste Brasil na década de 70. Militares no poder, proibido falar, pensar, cantar, escrever. Proibido amar, mudar. Marcinho e Sérgio com a utopia dos jovens da sua época não mediram esforços e caíram na estrada. Observaram, sim, muito.Participaram sim, da implantação da democracia e dos melhores dias que desfrutamos ao longo da nossa vida Participaram, sim, do crescimento do nosso país, das políticas públicas implantadas no país. Participaram sim do governo popular, do fim da fome, das políticas públicas, das nossas conquistas cidadãs. Adorei a resposta do Sérgio para um repórter: " O que resultou das nossas andanças foi a ética que adquirimos e que nos norteia no nosso dia a dia". Viva!Parabéns garotos!
Teatro divertido
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LISBELA
E O PRISIONEIRO
De casamento marcado, a sonhadora Lisbela apaixona-se por Leléu, um Don Juan do sertão. Texto: Osman Lins / Direção: Ricardo Batista / Classificação: livre / Duração: 90 min Com Fernanda Botelho, Guilherme Oliveira, Luciano Luppi, Fernando Veríssimo, Geraldo Carrato, João Ferreira, Edu Costa e Rubens Ramalho. Teatro Dom Silvério (Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro) Sexta a sábado às 21h e domingo às 20h30 – de 11 a 20 de outubro |
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
O bazardalena agora está no www.rappadeangu.blogspot.com. Blusas, vestidos, sapatos e bolsas com o jeito de cada um. Peças únicas.
Sapato número 32: 18 reais
Vestido M verde: 35 reais
Jogo americano: 15 reais
Blusa tamanho M: 15 reais
Vestido rosa flores: 35 reais
Armário década de 50: 500 reais
Mais rodada cultural, mais organização...
Belo Horizonte parece que está de novo voltando a ser a cidade da cultura e não só de bares. Isto é bom demais para as pessoas e principalmente para o número enorme de jovens residentes na cidade. Para a economia, nem se fala. Como lazer, a cultura é o que há de melhor. Ouvir música no parque, dançar ao som de um forro na praça, curtir os diferentes visuais que surgem nos espaços, as diferentes tribos. Mas o que dizer de um evento tão grande e com tão poucas possibilidades? porque não envolver a cidade toda e sair dos principais centros, Savassi e Centro? E por que não deixar os ônibus circularem normalmente para facilitar o acesso das pessoas aos espaços públicos já que acontecem somente na regional Centro Sul? Também o horário da apresentação, principalmente do teatro infantil - grupo Giramundo - acontecer ao meio-dia, sol a pino sem uma tenda ou sombra foi terrível na Savassi. Apesar de algumas famílias com suas crianças insistirem em ficar, alguns sentiram na obrigação de procurar uma sombra, o que era difícil no local. Também houve desorganização do horário de recolhimento do lixo dos eventos anteriores. Os pais chegando com as crianças para o espetáculo das 11 horas na Savassi e a rua Antonio de Albuquerque estava ainda com lixo. ?Mas o mais triste é querer caminhar pela Afonso Pena, nas imediações do Palácio das Artes. O cheiro de lixo acumulado na feira é horroroso. Além de correr o risco de tomar mangueirada do caminhão que joga água misturada com um detergente horrível. Porém são problemas que podem ser resolvidos para não acontecer no próximo evento. O bom mesmo é que a galera aproveitou, dançou e curtiu muito. Samba na Praça da Estação , jazz no viaduto Santa Tereza, orquestra no Parque Municipal. Também teve encontro dos Nerds no colégio Padre Machado com direito a personagens coloridos, diferentes e bonitos..
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